quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Indiferença


A indiferença é um sentimento misterioso da natureza humana. Já parou para pensar como ela surge? Convido a me acompanhar nessa análise e através das suas próprias experiências acumuladas reter o que for bom para você.

Sabemos que qualquer relacionamento se desenvolve através de dois pilares básicos: o diálogo e a confiança. Quando um ou ambos deixam de existir ou perdem força, o relacionamento seja amoroso, de trabalho ou familiar, entra em terreno perigoso. Além disso, considere que as coisas que você faz ao seu redor irão produzir frutos, independentes de sua vontade, e você certamente os colherá no tempo certo.

À medida que avançamos ao nos relacionar, estamos nos comprometendo com os sentimentos que iremos desenvolver na outra pessoa, mesmo que você não faça idéia, pois se lembre: mantemos uma conta bancária relacional com cada pessoa e quem determina as retiradas e depósitos não é você e sim a pessoa que recebe o tratamento.

Então a indiferença surge em decorrência de retiradas que a outra pessoa vai fazendo ao se relacionar ou fingir que se relaciona, talvez por aparência, formalismo ou quem sabe, outro motivo, o ponto é que todo problema se origina na forma como você irá se relacionar com as pessoas a partir do diálogo e do nível de confiança construído.

É importante dizer que a fala é um meio que precisa ser continuamente vigiado para não acabar abrindo feridas profundas na alma e utilizada sabiamente para o bem, para aproximar e não para afastar ou magoar. E as atitudes são outro meio que necessita de vigilância permanente, pois o ser humano irá ficar pelo que ele faz hoje.

Da fala e das atitudes, o sentimento de indiferença pode surgir com conseqüências eternas. Sentimento que não provoca alegria e muito menos dor é como uma anestesia espiritual, que por mais que você tente provocar, absolutamente nada perturba, nem mesmo a perda da pessoa.

Reflita como você vem se relacionando com as pessoas, aquelas principalmente com laços de sangue, porque as de trabalho, amizade ou amoroso, muitas vezes vem e vão, mas as que estão em seu DNA, você tem se aproximado ou afastado elas de você através de suas atitudes e fala? Quanto você tem se esforçado para cultivar relacionamentos que constroem e não destrutivos para você mesmo?

Comece analisando seu relacionamento com o Filho de Deus. Porque a vida só é vivida na presença permanente e diária de Jesus, o Filho que salvará você das lágrimas desse mundo, se escolher manter um relacionamento com Ele em cada pensamento e atividade que você alimenta.

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Autoria

Consultor de negócios e apaixonado por aprender sobre relacionamentos e viver e falar de Deus a você.