terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Julgamentos


Você costuma julgar as pessoas? Que perigo existe nessa atitude?

No princípio havia harmonia na Terra até que surge a primeira desobediência a Deus ocasionando então a introdução de um elemento chamado julgamento. Observamos pessoas sendo julgadas a cada minuto, senão segundos pela sua e pela minha mente.

Fazendo uma análise mais apurada do comportamento humano chego a conclusão de que julgamos porque nos consideramos superiores aquela pessoa. Acreditamos piamente em nosso íntimo que podemos julgar porque somos livres da culpa, seres perfeitos imunes a qualquer mal.

Tal linha de raciocínio nos remete a uma triste constatação: somos seres infinitamente egoístas, olhando unicamente para dentro de nós, e deixando no segundo plano o outro. Como Jesus fez diferente enquanto esteve aqui. Ele é um modelo que precisa ser seguido se quisermos viver relacionamentos com mais significados e duradouros.

Para o Filho de Deus o que importava era chegar no coração e nas necessidades mais profundas do ser humano e assim permanece ainda. Em momento algum, Ele julgou alguém pela aparência, raça, religião que seguia, mas procurou entender aquela pessoa, suas escolhas, estilo de vida e a estender Sua mão para socorrê-la. Difícil, não é? Concordo, mas não é impossível.

Caímos em um grande perigo ao julgar as pessoas, visto que não conhecemos seus corações, lutas, dificuldades e sim apenas o que as envolve externamente. Ao julgar podemos acabar sendo julgados e condenados. Mas lembre-se que Deus é o único que conhece claramente e na palma da Sua mão cada coração aflito. E Ele olha com eterno amor para os filhos que habitam nesse mundo e deseja ajudá-los.

O que podemos fazer para lidarmos com os julgamentos que fazemos em nossos diversos relacionamentos?

1)Mantenha-se vigilante em tudo quanto faz e pensa. (1 Timóteo 4:16). Cuide dos seus pensamentos, vigie passos incluindo palavras, olhares e ações no dia;
2)Se julgar, perceba rapidamente o mal que fez e peça perdão primeiramente a Deus e depois às pessoas envolvidas;
3)Ore a Deus, suplique a Ele que lhe ajude a não julgar quem quer que seja, porque você não é onisciente e não conhece muitas vezes seu coração, imagine o coração alheio.

Aprender a não julgar é um grande passo para você e eu vivermos relacionamentos mais prazerosos, alegres e cheios de amor. Nos exige paciência, domínio próprio e submissão ao Deus que está no controle da sua e da minha vida. Assuma hoje o desafio de se esforçar para não mais julgar e verá resultados surpreendentes que farão toda a diferença para o mundo, aos outros e principalmente para você.

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Autoria

Consultor de negócios e apaixonado por aprender sobre relacionamentos e viver e falar de Deus a você.