sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Na contramão dos que pensam diferente


Tenho notado ao longo dos anos que muitas pessoas apresentam elevada preocupação em relação ao que os outros pensam sobre suas atitudes. Acompanhe minha reflexão quanto à questão e fique com o que for bom para os seus relacionamentos.

O principal motivo dessa preocupação reside no pré-julgamento que os outros farão de qualquer comportamento que tenha e a princípio não aprovado por eles. Por que não aprovado? Talvez por não terem a coragem de fazer, não ser cultura local ou costume, enfim, os fatores podem ser inúmeros.

Na minha infância também vivia preocupado vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, com as minhas atitudes em público e isso trazia como conseqüência uma mostruosa trava psicológica que me prendia aos outros. Nem sempre fazia o que eu queria porque tinha medo do julgamento alheio.

Afirmo que não é todo ruim se preocupar com o que os outros irão pensar, mas é preciso discernimento nas ações e considerar o que fere ou não os princípios divinos. Será que é ruim tirar os calçados num shopping lotado, porque seus pés estão doendo? Mandar um beijo acenando para uma pessoa querida quando há muita gente impedindo seu deslocamento até ela? Mudar o corte de cabelo, sua cor, estilo de se vestir, quando o padrão é outro?

Perceba que há uma infinidade de situações que nos travam por causa do pré-julgamento. Até que um dia em minha vida entendi que essa preocupação demasiada podia ser rompida quando um professor meu comentou ainda em classe: “o que os outros pensam ou deixam de pensar é problema deles, não é problema meu. Eu estou criando um problema pra eles, portanto, eles que se resolvam com o que incomoda a eles, não eu”.

A medida que a frase acima entrou em meu consciente, confesso que obtive minha liberdade. E mais tarde, ao conhecer a Palavra de Deus, confirmei que estava errado em meu trato: “Não julgue para não ser julgado”. (Mateus 7:1) e “nada julgueis antes do tempo, até que Jesus venha. (1 Coríntios 4:5 ) Com essas sábias palavras pude então compreender que não é e nunca foi da vontade de Deus que julguemos quem quer que seja, até nós mesmos.

Peça hoje ao Deus que inclina Seus ouvidos que lhe ajude a andar na contramão dos que pensam diferente de você, só porque isso é problema deles, não seu, e assim você experimentará a verdadeira liberdade que sua mente busca insandecidamente e não tenha dúvidas, você estará dando passos rumo à felicidade que ainda é possível de ser alcançada nesse mundo.

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Autoria

Consultor de negócios e apaixonado por aprender sobre relacionamentos e viver e falar de Deus a você.