quarta-feira, 29 de julho de 2009

Diligência nos relacionamentos


Viver a vida já é difícil, e se ainda não houver diligência torna-se praticamente impossível.

Se eu não tivesse sido diligente num determinado momento da minha vida num aspecto em particular e por minha própria escolha, hoje você não estaria lendo esta reflexão e nem tantas outras já escritas, porque estaria numa busca frenética por culpados, que nunca existiram.

O ser humano é motivado por desejo de ganhar pessoas e coisas, e medo de perdê-las. Além disso, é da nossa natureza buscar sempre a lei do menor esforço, o que oferece menor resistência. Não mudar hábitos, estilo de vida, por mais que eles reforcem defeitos de caráter, isso não é ser diligente. Usar a expressão mais comum nos relacionamentos: “quem gostar de mim tem que me aceitar do jeito que eu sou”, aquele que diz essa frase e a vive na pele, não está sendo nem um pouco diligente.

E sabe qual é o resultado daqueles que não aceitam a diligência em seus relacionamentos? O fracasso. Fracasso porque ou irá viver relacionamentos sem conteúdo, que irão estrangular sua alma, ou então, porque você acabará como uma pessoa sozinha, não por escolha própria, mas por escolha dos que rodeiam à sua vida.

Novamente, você escolhe. Deus não irá forçar que você seja diligente, mas irá criar condições para favorecê-la, porque Ele lhe ama. A perda de uma dor é um estímulo para levar você a ser diligente. O que isso significa? Entender o porquê da perda, buscar conhecimento e aplicá-lo no seu dia a dia, mudar hábitos ruins, encontrar parceiros, entre eles, o amigo terapeuta para lhe auxiliar a enxergar coisas que hoje você pode não ver. Tudo isso e mais um pouco faz de você alguém diligente.

Ir por esse caminho, que exige dedicação, esforço e trabalho inteligente, fará de você uma pessoa diligente. A diligência não traz resultados instantâneos, mas sim em médio a longo prazo, e com um detalhe, haverá sucesso nessa escolha sábia.

Salomão, em várias passagens de Provérbios, comenta sobre a diligência nos relacionamentos. O grau de importância, as conseqüências de não praticá-la, portanto, é conselho bíblico buscar desenvolver a habilidade da diligência, que é contrária à nossa inclinação desde que nascemos que se resume em percorrer aquele que oferece menor resistência, o caminho da preguiça emocional.

Não sei como anda sua vida, o que tem feito dela até aqui, quem você perdeu, ou deixou de ganhar, o quanto você se vê claramente diante do espelho do coração, mas uma coisa é certa: se você escolher hoje o caminho da diligência, de buscar ajuda, seja ela profissional ou não, e fazer todo esforço para se tornar excelência, dar o melhor de si, você obterá sucesso.


Guarde para reflexão: “O diligente será soberano, enquanto os negligentes se tornarão escravos” (Provérbios 12:24)

Nota: As reflexões do RelacPeople passarão a ser quinzenais.
Trazendo sempre temas para fazer você pensar e agir com intuito de estar um passo a frente consigo mesmo.

Próximo texto: Previsto para 12/agosto, "Se a terra se abrir"

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Autoria

Consultor de negócios e apaixonado por aprender sobre relacionamentos e viver e falar de Deus a você.