sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Timidez


A reflexão de hoje é uma análise ainda que superficial da timidez em nossas esferas do relacionamento humano.

Mantemos contato com os mais diversos círculos de influência social: família, amigos, colegas de trabalho. Com cada um interagimos em maior ou menor grau, e no momento da interação a timidez pode surgir às vezes como um sopro, outras até mesmo se revestindo de tempestade.

A timidez é uma sensação intimamente conectada ao físico e provocando reações químicas temporárias, imperceptíveis ou gritantemente escancaradas. Seu objetivo é paralisar a pessoa por segundos ou quem sabe minutos e seus efeitos se não cortados a tempo podem ser imensamente prejudiciais aos relacionamentos interpessoais.

Como possíveis consequências de deixar a timidez assumir o comando: perder a oportunidade de se destacar profissionalmente, quem sabe deixar passar o amor da sua vida, tudo porque a timidez segurou seu ser, colocou sua mente e corpo em algemas emocionais.

Será que precisamos ser reféns da timidez? Ou existem meios de combatê-la? Para sua e a minha alegria a resposta é sim, podemos desarmar a timidez. A vida é uma força propulsora de nos desafiar em situações que nos levem a dizer não à timidez, principalmente quando a timidez ameaça um ganho valioso como o simples levantar da mão numa sala de aula e questionar o professor de uma explicação mal compreendida.

Isso às vezes se torna um problema do tamanho do peso do mundo. Pasmem, mas há situações que nos sentimos assim, quando a timidez nos pega de surpresa e tentamos fazer de tudo para controlá-la, e onde então caímos numa retroalimentação que nos faz sentir mais acuados por essa nossa inimiga social número um.

E a solução na maioria das vezes é simples: “sorria. Com certeza as pessoas que estiverem próximas a você irão sorrir de volta ou pelo menos irão fazer um quase sorriso e isso irá ajudar a te relaxar” (HC). Porque o segredo está na tensão que a timidez ocasiona por situações que fazem todos, sejam 10, 100 pessoas colocarem o foco em você. E, portanto é preciso buscar mecanismos para relaxar, como sorrir.

Na Carta de amor a você e a mim nos foi dado um conselho: “alegrem-se sempre em Deus” (Filipenses 4:4). Eu penso que um dos motivadores dessa orientação foi a timidez, além dos elementos esmagadores, angústia e dor, que chegam de repente em nossas vidas.

Da próxima vez que sentir a timidez invadir seu espaço físico e emocional, simplesmente sorria e em questão de segundos essa sensação escravizadora desaparecerá como um vento que de tempos em tempos vem numa força descomunal mas sem percebermos se torna uma suave brisa a tocar a nossa pele.

Autoria

Consultor de negócios e apaixonado por aprender sobre relacionamentos e viver e falar de Deus a você.